Segundo reportagem do UOL e declarações exibidas pelo programa Fantástico, o advogado dos três instrutores presos após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas afirmou estar profundamente abalado com o caso e disse não se conformar com o que aconteceu.
Maria Eduarda, de 21 anos, morreu após ser lançada de uma ponte durante uma atividade de rope jump sem estar conectada à corda de segurança. O caso ocorreu em Limeira, interior de São Paulo, e ganhou repercussão nacional após imagens mostrarem o momento da queda.
De acordo com o advogado Rafael Gomes dos Santos, os três funcionários estão em estado de choque e afirmam não conseguir explicar como ocorreu a falha que resultou na morte da jovem. Em entrevista exibida pelo Fantástico, ele declarou que os profissionais atuavam havia anos na atividade e que nunca haviam enfrentado uma ocorrência semelhante.
Segundo informações divulgadas pela polícia e reproduzidas pela imprensa, os três homens tiveram a prisão convertida em preventiva e são investigados por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de produzir o resultado.
O caso gerou forte comoção nas redes sociais e reacendeu o debate sobre protocolos de segurança em atividades de aventura. Para muitas pessoas, a tragédia levanta questionamentos sobre fiscalização, treinamento e conferência de equipamentos antes da realização dos saltos.
Enquanto a investigação prossegue, familiares e amigos da jovem seguem cobrando esclarecimentos sobre como uma falha considerada básica por especialistas pôde resultar em uma tragédia de proporções tão graves.







