Uma nova rodada da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta semana movimentou os bastidores políticos ao mostrar o crescimento de Renan Santos, um dos fundadores do MBL e atual nome ligado ao partido Missão, na corrida presidencial de 2026. O levantamento colocou Renan em terceiro lugar em alguns cenários testados, superando nomes tradicionais da direita como Romeu Zema e Ronaldo Caiado. 
Nas redes sociais, viralizou a ironia de que “se Renan Santos fosse o único candidato, ainda ficaria atrás dos votos brancos e nulos”. A frase surgiu porque, apesar do crescimento do nome do líder do MBL, a soma de eleitores indecisos, votos brancos e nulos ainda aparece muito alta nas simulações eleitorais divulgadas recentemente. O tema rapidamente virou meme entre apoiadores e críticos do movimento. 
Segundo a AtlasIntel, Renan Santos chegou a 6,9% das intenções de voto em cenário nacional, marcando o terceiro mês consecutivo de crescimento nas pesquisas. O desempenho chamou atenção principalmente entre eleitores jovens, faixa em que o nome do líder do Missão chegou a aparecer numericamente à frente de Lula e Flávio Bolsonaro em um dos recortes do levantamento. 
Renan Santos ganhou notoriedade nacional como um dos criadores do Movimento Brasil Livre (MBL), grupo que teve destaque nas manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff. Nos últimos meses, ele passou a intensificar críticas tanto ao governo Lula quanto ao bolsonarismo, tentando se apresentar como uma “nova direita” independente. 
Mesmo ainda distante dos líderes da disputa presidencial, aliados do MBL comemoraram o avanço nas pesquisas e afirmam que o crescimento mostra desgaste das figuras tradicionais da política brasileira. Já adversários ironizaram o resultado e disseram que o percentual do pré-candidato ainda é pequeno diante do alto número de eleitores sem candidato definido para 2026. 







