Moradora do interior de SP cria “banco informal” usando cartão do Bolsa Família e cobra juros de vizinhas
Uma mulher de 55 anos, moradora do interior de São Paulo, chamou atenção após criar uma espécie de “banco informal” dentro do próprio bairro. Segundo relatos, ela emprestava parte do dinheiro do Bolsa Família para amigas e conhecidas da região, cobrando cerca de 10% de juros ao mês.
Conhecida entre moradores como “a moça do cartão”, ela teria começado ajudando vizinhas em momentos de aperto, pagando contas pequenas, comprando gás e liberando dinheiro para emergências. Com o tempo, a prática virou uma fonte de renda paralela.
“Criei meu próprio banco e ajudo as amigas a não ficarem no vermelho”, teria dito a mulher em conversa com conhecidos. Algumas moradoras afirmavam que preferiam recorrer a ela do que pedir empréstimos em financeiras tradicionais, devido à facilidade e à confiança entre vizinhas.
Apesar disso, moradores da cidade também criticavam a situação, alegando que a prática poderia incentivar endividamento entre famílias de baixa renda e uso irregular do benefício social.
O caso viralizou em grupos de redes sociais da região e reacendeu debates sobre dificuldade financeira, informalidade e dependência de crédito em bairros populares.







