O encontro entre Lula e Donald Trump na Casa Branca provocou intensa discussão entre jornalistas e analistas americanos, principalmente pela falta de uma aparição pública conjunta dos líderes ao final da reunião. Nos Estados Unidos, a ausência de uma coletiva de imprensa e o cancelamento do contato com a mídia levantaram a hipótese de que Trump teria exercido forte pressão sobre o presidente brasileiro durante a conversa a portas fechadas. O jornalista Eric Daugherty, por exemplo, mencionou em suas redes sociais a crescente percepção de que Trump teria “esmagado” Lula, justamente após o cancelamento da aparição pública, que estava agendada na Casa Branca.
Essa narrativa ganhou força após Trump se limitar a dizer que a reunião “correu bem” e que haveria novas discussões entre representantes dos dois países em breve. Para os apoiadores do republicano, a postura discreta de Lula e a ausência de uma declaração conjunta reforçaram a ideia de que o encontro foi desfavorável ao presidente brasileiro.
O episódio resultou em maior desgaste para o governo brasileiro. Sem entrevista coletiva ao lado de Trump, sem transmissão ao vivo e sem qualquer sinal de sintonia pública entre as duas administrações, Lula deixou a Casa Branca em meio a diversas especulações sobre o que realmente se passou na reunião a portas fechadas.
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