Segundo reportagem publicada pelo Conexão Política, influenciadores, cantores gospel, lideranças evangélicas e fiéis iniciaram uma campanha nas redes sociais e em ambientes religiosos com o objetivo declarado de ampliar a rejeição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre o eleitorado evangélico.
De acordo com a publicação, os participantes da mobilização afirmam que pretendem reduzir ao máximo o apoio ao presidente nesse segmento e elevar sua rejeição ao maior patamar possível nas eleições de 2026. A iniciativa ganhou força após pesquisas indicarem elevada desaprovação de Lula entre os evangélicos, um grupo que representa cerca de 30% da população brasileira.
A reportagem também afirma que os organizadores da campanha atribuem a rejeição a divergências entre pautas defendidas por setores da esquerda e valores considerados centrais por parte do eleitorado evangélico. Analistas políticos destacam que esse segmento tem grande peso eleitoral e pode influenciar não apenas a disputa presidencial, mas também eleições estaduais e legislativas.
Até o momento, trata-se de uma mobilização divulgada por lideranças e influenciadores ligados ao meio evangélico, e não de uma iniciativa oficial de igrejas ou de uma entidade representativa única do segmento.







