O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), divulgou, nesta quarta-feira (1º/7), que a sanção dos Estados Unidos contra a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) é “bem-vinda”, e defendeu a ação da administração de Donald Trump, declarando que a atuação da organização caracteriza “crime transnacional”. “Eu acho que todo o esforço de combate a organizações como o PCC tem que ser feito. Você tem o PCC presente em pelo menos 11 estados americanos hoje, células deles nos Estados Unidos, você não pode deixar isso crescer”, afirmou Tarcísio.
Tarcísio conclui reforçando que “todo esforço também internacional de combate a essas organizações precisa ser feito”, e que é uma “chaga que precisa ser combatida”. A declaração foi feita durante o evento de inauguração da Praça do Triunfo, no bairro Santa Ifigênia, região central de São Paulo. Além de Tarcísio, que buscará a reeleição nas eleições gerais deste ano, outros apoiadores e pré-candidatos a diferentes cargos políticos estiveram presentes no evento, como o deputado estadual André do Prado (PL), pré-candidato ao Senado por São Paulo; e o ex-secretário de Segurança Urbana da capital, Orlando Morando, pré-candidato a deputado federal pelo MDB. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) também estava lá.
O Departamento de Tesouro dos Estados Unidos sancionou, nesta quarta-feira (1º/7), dois brasileiros, três empresas brasileiras e uma empresa portuguesa por supostamente integrarem uma rede de lavagem de dinheiro ligada ao PCC. É a primeira vez que os EUA realizaram uma sanção por elo com o PCC depois de a facção ter sido definida como terrorista pelo país.







