A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo reacendeu a polêmica envolvendo a nova campanha da Nike e o slogan “Vai, Brasa”, criado pela socióloga e designer Rachel Denti. Nas redes sociais, internautas chamaram atenção para o fato de que a criadora do conceito, que esteve no centro do debate sobre a identidade da camisa da Seleção, não foi vista no estádio durante a primeira partida do Brasil.
Desde que a campanha foi lançada, o slogan dividiu opiniões. Enquanto defensores afirmam que a expressão busca representar a diversidade cultural brasileira e aproximar a Seleção de novas gerações, críticos consideram que a iniciativa se distancia de símbolos tradicionais associados à equipe nacional.
A repercussão ganhou força porque Rachel Denti se tornou um dos rostos mais conhecidos da campanha após conceder entrevistas explicando o conceito por trás do projeto. Para muitos torcedores, a ausência da criadora do slogan justamente no primeiro jogo da Seleção gerou comentários e questionamentos nas redes sociais.
Nas publicações sobre o tema, alguns usuários ironizaram a situação, argumentando que quem ajudou a desenvolver a nova identidade visual da campanha deveria estar presente para acompanhar a recepção do público. Outros ressaltaram que a presença ou ausência da designer em partidas da Seleção não altera o trabalho realizado nem o conceito desenvolvido para a marca.
Apesar das críticas, Rachel Denti já declarou anteriormente que a repercussão negativa em torno do slogan não mudou sua rotina e que continua defendendo a proposta apresentada pela campanha.
Enquanto o debate segue nas redes sociais, a discussão em torno do “Vai, Brasa” mostra como mudanças envolvendo a camisa e os símbolos da Seleção Brasileira continuam despertando fortes reações entre os torcedores, dentro e fora dos estádios.



