Itaubal, município do Amapá, alcançou em 2026 um marco preocupante: tornou-se a localidade brasileira com a maior proporção de habitantes dependentes do programa Bolsa Família. Impressionantes 93% dos moradores dependem desse suporte financeiro para atender às necessidades básicas.
Essa situação levanta uma reflexão crucial: é justificável manter a estrutura administrativa, incluindo prefeitura e câmara de vereadores, em cidades que não geram recursos suficientes para se sustentar economicamente?
Alguns argumentam que a administração municipal representa um encargo financeiro excessivo para uma cidade com baixa capacidade produtiva. Contudo, defensores da manutenção veem essa estrutura como o último vínculo de representatividade e acesso à cidadania para os residentes.







