Organizações como ALBA Movimentos, Assembleia Internacional dos Povos e MST realizaram um ato em São Paulo para marcar os cinco meses do sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro e da deputada Cilia Flores. A ação consistiu na projeção de frases em edifícios e monumentos da cidade, com o intuito de simbolizar a união dos povos do continente e suas lutas.
As mensagens exibidas incluíam “Fora Trump da América Latina”, “Venezuela se respeita” e “Liberdade para Maduro e Cilia já”. O protesto teve como alvo a suposta agressão militar liderada pelos Estados Unidos, sob o comando de Donald Trump, ocorrida em 3 de janeiro deste ano, que, segundo os movimentos, resultou em mais de 100 mortes.
Simultaneamente, em Caracas, o Movimento Nacional de Amizade e Solidariedade Mútua Venezuela-Cuba organizou uma manifestação com o mesmo propósito. As entidades classificam o sequestro como uma manobra geopolítica explícita do governo Trump, visando impor a lei do mais forte sobre a soberania das nações. Representantes do movimento destacaram que essa ação representa uma violação clara do direito internacional e dos princípios da Carta das Nações Unidas.







