Declaração repercute e é desmentida por comunidade científica internacional.
Um líder religioso na Malásia sugeriu que a pressão laboral poderia ser um fator que leva indivíduos à homossexualidade. Essa afirmação, proferida em um contexto de fé, provocou intensa controvérsia e condenação nas plataformas digitais, além de críticas de especialistas.
Contrariando essa ideia, cientistas e organizações de saúde reiteram que a orientação sexual não é determinada por fatores como estresse, ambiente de trabalho ou decisões individuais. A Organização Mundial da Saúde, juntamente com diversas associações médicas globais, assegura que alegações desse tipo carecem de qualquer fundamento científico.
A declaração foi amplamente categorizada como desinformação e preconceituosa, reacendendo discussões importantes sobre manifestações religiosas, os direitos da comunidade LGBTQIA+ e o impacto de pronunciamentos públicos sem embasamento científico.







