O presidente Luiz Inácio Lula da Silva optou por não contatar diretamente o ex-presidente americano Donald Trump. A decisão ocorre após a inclusão do PCC e do Comando Vermelho na lista de organizações terroristas internacionais pelos EUA, tema que gerou debates sobre uma possível ligação direta.
Inicialmente, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia sugerido que um diálogo presidencial seria iminente, preocupado com as repercussões no sistema financeiro nacional, incluindo o PIX. Contudo, o Palácio do Planalto reverteu a estratégia, direcionando a questão para os canais diplomáticos habituais.
Essa mudança de postura é vista nos bastidores como um recuo diplomático, evidenciando uma dificuldade do governo brasileiro em confrontar a iniciativa de Washington de forma assertiva, mesmo diante das urgências econômicas. A atitude reforça a percepção de que o presidente busca manter distância, evitando um diálogo de alto nível com Trump.







