Uma pesquisa divulgada pelo PoderData mostrou que a atuação da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, enfrenta resistência significativa entre os brasileiros. Segundo o levantamento, 52% dos entrevistados desaprovam sua participação em assuntos relacionados ao governo federal, enquanto 31% afirmam aprovar sua atuação. O restante não soube responder ou preferiu não opinar.
Desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Janja tem ocupado espaço frequente no debate público, participando de eventos oficiais, reuniões e discussões sobre temas ligados a políticas públicas, cultura, direitos digitais e questões sociais. Sua presença constante tem dividido opiniões dentro e fora da base governista.
Críticos argumentam que a primeira-dama exerce influência excessiva em assuntos de governo sem ocupar cargo eletivo ou função formal na administração pública. Para esse grupo, a participação de Janja em temas estratégicos reforça questionamentos sobre os limites institucionais do papel da primeira-dama dentro do Poder Executivo.
Já apoiadores afirmam que Janja apenas exerce influência política semelhante à desempenhada por outras primeiras-damas ao longo da história e que sua atuação contribui para ampliar debates considerados relevantes para a sociedade.
A pesquisa evidencia que a imagem da primeira-dama se tornou um dos temas mais polarizados do cenário político nacional. Enquanto aliados defendem sua participação em pautas públicas, opositores veem sua atuação como um dos principais símbolos de desgaste do governo Lula.
O resultado do levantamento reforça que Janja segue sendo uma das figuras mais comentadas da política brasileira, despertando tanto apoio quanto forte rejeição entre diferentes segmentos da população.







