Nesta quarta-feira (1º), a influenciadora digital Amanda Fróes utilizou suas plataformas online para compartilhar uma vivência desagradável durante uma visita a uma ginecologista no Rio de Janeiro. Ela optou por não mencionar previamente sua identidade como mulher trans operada ao agendar o horário, antecipando possíveis obstáculos para conseguir o atendimento.
Conforme o depoimento de Amanda, a médica inicialmente não demonstrou surpresa. No entanto, durante o decorrer da consulta, a profissional pareceu confusa, sem saber como lidar com as particularidades anatômicas. “As ginecologistas ficam sem saber como reagir”, declarou Amanda, enfatizando o desconforto que a situação gerou para ambas as partes.
A influenciadora também fez um chamado por uma melhor formação na área da saúde. Ela defendeu a necessidade de profissionais capacitados para oferecer suporte a mulheres trans no período pós-operatório, argumentando que, embora haja acompanhamento pré-cirúrgico, o suporte adequado após a redesignação de gênero é deficiente. “Tem que existir profissionais preparados para saber lidar com a gente”, concluiu.







