A Operação Rei do Pix, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Militar, investiga um suposto esquema de desvio de recursos públicos, fraude em licitações e lavagem de dinheiro na Câmara Municipal de Catanduva. Segundo as investigações, o grupo teria movimentado ao menos R$ 10 milhões por meio de empresas de fachada e notas fiscais falsas.
Entre os presos está Marcos Aparecido Ferreira Filho, que aparece como assistente parlamentar no gabinete da deputada estadual Beth Sahão (PT) na Assembleia Legislativa de São Paulo. A assessoria da parlamentar afirmou que os fatos investigados não têm relação com o mandato exercido na Alesp e que aguarda o avanço das investigações para eventual adoção de medidas.
O caso repercutiu entre políticos de oposição. O vereador Rubinho Nunes afirmou nas redes sociais que é “impressionante” como integrantes do PT aparecem frequentemente associados a escândalos investigados pelas autoridades. Em outra publicação, declarou: “Onde tem corrupção, tem PT”.
A investigação ainda está em andamento e os suspeitos terão direito à ampla defesa. As autoridades apuram a extensão do esquema, a participação de cada investigado e o destino dos recursos que teriam sido desviados dos cofres públicos.







