O deputado federal Kiko Celeguim (PT-SP), presidente do diretório estadual do PT em São Paulo e um dos defensores do fim da escala 6×1, tornou-se alvo de uma ação trabalhista movida por um ex-motorista. Segundo o processo, o trabalhador afirma ter atuado para o parlamentar entre 2022 e 2025 sem registro em carteira e cumprindo jornadas que chegariam a até 16 horas diárias.
Na ação, o ex-funcionário pede o reconhecimento do vínculo empregatício, pagamento de horas extras, férias, 13º salário, FGTS e indenizações. O valor total reivindicado gira em torno de R$ 395 mil. O motorista também alega ter realizado atividades particulares para a família do deputado durante o período em que prestou serviços.
O caso ganhou repercussão por envolver um parlamentar que se posicionou publicamente a favor da redução da jornada de trabalho e contra escalas consideradas excessivas. Nas redes sociais, usuários apontaram uma possível contradição entre o discurso político e as acusações apresentadas no processo. Por outro lado, apoiadores do deputado ressaltam que as alegações ainda serão analisadas pela Justiça e que não há decisão de mérito sobre o caso.







