Durante a campanha eleitoral, Lula prometeu zerar a fila do INSS e apresentar uma solução rápida para milhões de brasileiros que aguardam benefícios básicos para sobreviver. Passados meses de governo, a realidade segue praticamente a mesma: filas longas, demora excessiva na análise de pedidos e cidadãos abandonados à própria sorte. A promessa virou discurso vazio, enquanto aposentados, pensionistas e pessoas com deficiência continuam enfrentando meses — e até anos — de espera.
A fila do INSS se tornou um símbolo claro do desgoverno Lula. Mesmo com aumento de arrecadação, crescimento de gastos públicos e retomada de ministérios, a prioridade anunciada na campanha simplesmente não saiu do papel. O que se vê é um Estado inchado, caro e ineficiente, incapaz de resolver um problema básico que afeta diretamente os mais pobres. Para críticos, o caso do INSS escancara o estelionato eleitoral: promessas feitas para vencer a eleição que, na prática, não resistiram ao primeiro choque com a realidade administrativa.







