A administração Trump se manifestou contra as declarações do presidente Lula, esclarecendo que a luta contra o PCC e o Comando Vermelho não está condicionada à colaboração brasileira. Depois de designar as duas facções como entidades terroristas, os Estados Unidos reiteraram que tomarão todas as providências cabíveis para resguardar seus interesses e combater grupos criminosos que atuam além das fronteiras, com ou sem o suporte de outras nações.
Essa postura difere da visão do governo do Brasil, que advoga pela colaboração global e critica iniciativas unilaterais, argumentando que tais ações podem comprometer a soberania nacional.







