Empresas de transporte coletivo afirmam que a proposta que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e extingue a escala 6×1 poderá elevar os custos operacionais do setor. Segundo entidades empresariais, a mudança exigiria a contratação de mais funcionários para manter o mesmo nível de serviço, aumentando despesas com salários, encargos trabalhistas e benefícios.
Representantes do setor afirmam que esse impacto poderá ser repassado aos consumidores por meio de reajustes nas tarifas de ônibus ou exigir maior volume de subsídios por parte de estados e municípios para evitar aumentos nas passagens.
Além do transporte coletivo, entidades ligadas aos setores de limpeza urbana, segurança privada e saúde também manifestaram preocupação. Segundo essas organizações, a redução da jornada de trabalho pode tornar contratos públicos mais caros e ampliar a pressão sobre os cofres públicos.
Defensores da proposta, por outro lado, argumentam que jornadas menores podem melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, reduzir o desgaste físico e mental e, em alguns casos, aumentar a produtividade. O debate sobre os possíveis impactos econômicos e sociais da medida continua em discussão no Congresso Nacional.







