A vereadora Eduarda Campopiano, filiada ao PL, causou polêmica ao se manifestar contra as políticas de cotas para negros e outros grupos em concursos e vestibulares. A parlamentar argumentou que a seleção deveria ser baseada exclusivamente no mérito de cada indivíduo, desconsiderando a necessidade de ações afirmativas.
Em sua declaração, Campopiano afirmou que “nenhum negro nessa sala foi escravizado”, defendendo que o acesso a cargos públicos e vagas universitárias deve ser conquistado “por esforço próprio”, sem o auxílio de programas de inclusão. Ela também ressaltou que processos seletivos “não são para ser inclusivos”, mas sim para identificar os candidatos mais preparados.
As declarações da vereadora geraram um intenso debate, dividindo opiniões entre aqueles que apoiam sua visão e os que defendem as cotas como um instrumento essencial para a reparação histórica e a promoção da igualdade social.







