O líder do partido André Ventura voltou a gerar polêmica nas redes sociais após comentar o caso dos ativistas envolvidos na chamada “flotilha” pró-Palestina interceptada por Israel. Durante declaração pública, Ventura afirmou que eventuais custos de repatriamento dos participantes portugueses não deveriam ser pagos pelo Estado, mas pelos próprios ativistas.
Segundo o político, os contribuintes portugueses “não têm de financiar aventuras ideológicas internacionais”. A fala rapidamente repercutiu em Portugal e passou a dividir opiniões entre apoiadores e críticos do líder do Chega.
Nas redes sociais, muitos usuários defenderam a posição de Ventura, argumentando que quem decide participar de ações políticas internacionais deve assumir os próprios riscos e despesas. Outros acusaram o deputado de falta de sensibilidade humanitária diante da situação envolvendo os ativistas.
O debate acontece após o aumento da tensão internacional envolvendo embarcações organizadas por movimentos pró-Palestina que tentam romper bloqueios marítimos na região do conflito entre Israel e Hamas. Parte dos ativistas europeus acabou detida ou deportada após as operações.
A declaração de Ventura ampliou ainda mais a polarização política em Portugal, especialmente entre setores conservadores e grupos ligados a movimentos humanitários e de esquerda.







