O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que a ofensiva contra o Irã prosseguirá até que todos os objetivos sejam atingidos, mesmo com a confirmação de que três militares americanos morreram na operação. Trump enfatizou que baixas são esperadas em operações como essa e reiterou o apelo para que a Guarda Revolucionária Iraniana se renda, sob ameaça de “morte certa”. Em resposta, o Irã prometeu manter sua campanha contra aliados de Washington no Oriente Médio e anunciou que um novo aiatolá será escolhido em breve, após a morte do líder supremo Ali Khamenei, ocorrida durante um ataque coordenado dos EUA e Israel no sábado, 28 de fevereiro.
Os ataques deixaram um saldo devastador: mais de 200 mortos e centenas de feridos, conforme o Crescente Vermelho. O Irã retaliou com o lançamento de mísseis contra Israel e outras nações do Golfo, inclusive atingindo Dubai. No domingo, 8 pessoas morreram em Israel devido a um ataque iraniano. Teerã também reportou 153 mortes em uma escola feminina atingida, alegação que Israel diz desconhecer. As Forças de Defesa de Israel (IDF) e os EUA afirmaram ter destruído quartéis-generais de combate iranianos e instalações de mísseis balísticos, respectivamente, com aeronaves equipadas com bombas de 907 kg.
Enquanto isso, o acesso à internet no Irã foi drasticamente cortado, com 99% das conexões globais interrompidas. Trump alegou que 48 líderes iranianos foram eliminados e que a operação está “adiantada em relação ao cronograma”, enquanto o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu intensificar os ataques. A Jordânia, aliada dos EUA, registrou mais de cem quedas de destroços, gerando preocupação entre a população. Há relatos de que o Irã atingiu três navios petroleiros e os EUA afundaram um navio de guerra iraniano, embora algumas informações não tenham sido confirmadas independentemente. A população iraniana reagiu à morte de Khamenei com uma mistura de euforia e ansiedade, temendo o futuro do país.







