O recente massacre na escola secundária de Tumbler Ridge, Canadá, reacende o debate sobre a cobertura da mídia e a questão da identidade de gênero. Jesse Strang, um adolescente que se identificava como transgênero desde 2023, foi responsável pela morte de nove pessoas, incluindo familiares, e feriu outras 25 antes de tirar a própria vida. O jornalista Rodolfo Oliveira, em sua análise para o Jornal Diário 360, ressalta a aparente relutância da mídia global em destacar a identidade de gênero do atirador.
Oliveira argumenta que a imprensa, que frequentemente censura qualquer questionamento sobre o transgenerismo, ignora um padrão preocupante de violência extrema associada a “transativistas” ou indivíduos trans. Ele critica a “hipocrisia midiática” e o “fanatismo ideológico” que, em sua visão, cercam o tema.
Para o jornalista, a biologia não se submete a meras declarações de identidade, e a imposição dessa “ilusão” sem um debate aberto resulta em “confusão mental”, vítimas inocentes e uma mídia que prioriza a ideologia “woke” em detrimento da verdade e da segurança pública.







