Uma petição divulgada nas redes sociais passou a defender que a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheça o bolsonarismo e grupos milicianos como organizações terroristas. A iniciativa surgiu em meio ao debate sobre segurança pública e após a decisão dos Estados Unidos de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas.
Os defensores da proposta alegam que determinados grupos ligados ao extremismo político e à atuação de milícias representam uma ameaça à democracia e à segurança da população. Já os críticos afirmam que a medida amplia excessivamente o conceito de terrorismo e pode transformar divergências políticas em disputas judiciais e institucionais ainda mais intensas.
O tema provocou forte repercussão nas redes sociais, com manifestações favoráveis e contrárias. Até o momento, não há indicação de que a ONU tenha iniciado qualquer procedimento formal para analisar a proposta. A discussão ocorre em um cenário de crescente polarização política no Brasil, onde diferentes grupos disputam narrativas sobre segurança, democracia e liberdade de expressão.







