A escolha feita pela revista gerou forte repercussão e críticas nas redes sociais ao destacar figuras públicas brasileiras como símbolos de valores sensíveis no debate público. A decisão de apontar Érika Hilton como “exemplo de mulher”, Lula como “exemplo de honestidade” e Alexandre de Moraes como “exemplo de democracia” dividiu opiniões e reacendeu discussões ideológicas.
No caso de Érika Hilton, críticos enfatizam que a parlamentar é biologicamente do sexo masculino, questionando a escolha dentro do contexto de debates sobre identidade de gênero. Já em relação ao presidente Lula, opositores lembram suas condenações por corrupção no passado, posteriormente anuladas, para contestar a associação com o conceito de honestidade.
Quanto a Alexandre de Moraes, o foco das críticas recai sobre decisões recentes no Judiciário. Alguns juristas e analistas avaliam que certas medidas adotadas pelo ministro levantam preocupações sobre limites institucionais e liberdade de expressão, sendo classificadas por esses críticos como atitudes pouco alinhadas com princípios democráticos.
A repercussão do caso evidencia a polarização no Brasil, onde homenagens e classificações simbólicas rapidamente se transformam em debates intensos, misturando política, justiça e valores sociais em um cenário cada vez mais dividido.







