Frei Gilson continua a ser uma figura que provoca intensa discussão e descontentamento em círculos religiosos. Recentemente, um de seus sermões alcançou grande repercussão, no qual ele declarou que “quem tem tatuagens não vai para o céu”, classificando-as como “marcas do demônio”.
Ele argumentou que os fiéis cristãos não deveriam decorar seus corpos com tais desenhos, fundamentando sua posição em versículos do livro de Levítico da Bíblia. A fala gerou um amplo debate sobre a interpretação de textos sagrados e a liberdade individual dentro da fé.
– Radar Brasil







