O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmou que a disparidade de rendimentos no Brasil se acentuou em 2025, revertendo a trajetória de declínio que havia atingido o ponto mais baixo na série histórica no ano anterior.
Dados da Pnad Contínua revelam que o abismo financeiro se aprofundou, pois os ganhos da elite econômica progrediram significativamente mais rápido que os dos trabalhadores de menor renda. No ano passado, a renda dos 10% mais pobres subiu apenas 3,1%, enquanto a dos 10% mais ricos registrou um aumento de 8,7%.
Atualmente, a pesquisa indica que o grupo no topo da pirâmide econômica do país detém uma renda média 13,8 vezes superior à da parcela mais vulnerável. Economistas apontam as altas taxas de juros de 2025 como um fator crucial para esse aumento da desigualdade, beneficiando investidores ricos e elevando o endividamento dos mais pobres.







