Conforme Roberto Uchôa, ex-policial e doutorando na Universidade de Coimbra, existem evidências de que o PCC estaria aplicando lucros do narcotráfico em empreendimentos lícitos em Portugal. Negócios como salões de beleza e cafeterias estariam sendo utilizados para essa finalidade, conforme suas observações.
Uchôa explica que essa tática visa branquear o dinheiro, legitimar o fluxo financeiro e conferir uma fachada de legalidade aos ativos da organização criminosa.







