É raro que a sociedade questione o bem-estar genuíno de um homem. Geralmente, a atenção só é voltada para ele quando há uma falha em seu desempenho, uma redução na sua produtividade ou quando ele não atende às expectativas alheias.
Nesse contexto, o sofrimento emocional frequentemente passa despercebido, o esgotamento se torna parte do cotidiano, e o valor de um homem é avaliado pela sua utilidade, e não pela sua essência humana. Essa dinâmica social ensina muitos a suportarem suas angústias em total isolamento.







