“Eleitora do Lula, que já disse que ‘se fosse corintiano podia bater na mulher’?” comenta leitor
Juliana Garcia, conhecida por ter sido brutalmente agredida com mais de 60 socos pelo ex-namorado em um elevador no Rio Grande do Norte, revelou em seu Instagram sua filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT). Ela não especificou se pretende concorrer a algum cargo eletivo ou se sua participação será de apoio à legenda.
A notícia provocou uma enxurrada de reações nas redes sociais de Juliana, levando-a a desativar os comentários em suas postagens. A principal motivação para as manifestações negativas reside no histórico do PT, que, na Câmara, votou contra o endurecimento de penas para criminosos. Além disso, o presidente Lula vetou, na quarta-feira (6), o aumento da punição para roubos que resultam em lesão grave. Embora a situação de Juliana seja diferente, a expectativa era de que, como vítima de violência, ela não apoiasse um grupo associado a tal postura.
Contrariando a própria fala, Lula, que anteriormente se posicionou contra a violência masculina contra mulheres, fez uma declaração polêmica ao afirmar que ‘se fosse corintiano podia bater’.







