O Ministério de Minas e Energia (MME) está passando por um período de aperto financeiro, com dificuldades para cobrir gastos fundamentais e sustentar serviços vitais. Relatórios obtidos por um veículo de imprensa indicam que a pasta, que administra os setores de energia, petróleo, gás e mineração, não possui recursos sequer para projetos modestos, como a instalação de uma escada de incêndio em sua sede em Brasília, além de atrasos em pagamentos de contratos com empresas terceirizadas.
Um dos programas mais afetados é o ‘Gás do Povo’, que fornece subsídio para a aquisição de botijões de gás. Atualmente, somente dois funcionários são responsáveis pela gestão dessa iniciativa, que beneficia milhões de cidadãos e monitora aproximadamente 60 mil pontos de venda de gás em todo o Brasil. O ministro Alexandre Silveira já alertou o governo sobre os riscos à execução do programa devido à insuficiência de pessoal e solicitou a admissão de novos colaboradores.
O MME comunicou que necessita de um mínimo de 158 novos profissionais, mas, em um primeiro momento, solicitou a contratação de 75 servidores para tentar aliviar a situação crítica.






