A obrigatoriedade do check-in digital em viagens dentro do país, anunciada com base em medidas ligadas ao Governo Federal do Brasil sob liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, reacendeu críticas sobre a dependência excessiva de aplicativos estatais. A proposta, que em tese busca modernizar o embarque e reduzir filas, esbarra em um problema recorrente: a instabilidade dos sistemas digitais do governo. Usuários relatam que aplicativos oficiais frequentemente apresentam falhas, lentidão ou simplesmente ficam fora do ar em momentos críticos.
A ideia de tornar obrigatório um processo que depende exclusivamente de tecnologia pouco confiável levanta questionamentos práticos. Em vez de facilitar a vida do cidadão, a medida pode criar um novo tipo de barreira, especialmente para quem enfrenta dificuldades com conexão, aparelhos antigos ou pouca familiaridade com apps. Na prática, o que deveria ser uma solução moderna pode se transformar em mais uma dor de cabeça, com passageiros reféns de um sistema que, segundo relatos frequentes, não acompanha a própria demanda.







