Análise questiona a identidade do PT e a influência de Lula em sua estrutura.
Questiona-se o que seria do Partido dos Trabalhadores (PT) após o falecimento de Lula. Conforme a visão de J. R. Guzzo, a resposta seria “nada”, pois o PT é descrito mais como uma seita de “lulopetistas” do que um partido político tradicional. Seus membros são vistos como devotos de Lula, acatando suas diretrizes sem questionamentos, prática que, segundo o autor, perdura desde a fundação do partido em 1980, e continuará enquanto a figura de Lula estiver presente.
Praticamente todas as decisões, desde a escolha de um candidato a prefeito em Potirendaba até a nomeação de um novo ministro das Relações Exteriores, são atribuídas a Lula. Ele é retratado como alguém que, por suas próprias confissões, não teve muito apreço pelos estudos, afirmando em entrevista a Flávio Rangel que “não estudei por preguiça” e que considera “leitura pior que exercício em esteira”. Apesar disso, Lula foi eleito presidente da República por três vezes.
Para aprofundar-se nesta análise, o artigo completo de Augusto Nunes está disponível para assinantes da Revista Oeste. (Link nos stories).







