Luana Piovani resolveu posar de “rebelde tardia” diante da câmera, simulando – ou assumindo — o uso de maconha como se estivesse prestando serviço público, quando na prática faz apologia descarada a crime.
A cena é patética: uma senhora de meia-idade, com alcance sobre milhões de jovens, vendendo a ideia de que droga é ato cool e sem consequência, enquanto o país afunda numa epidemia química que destrói famílias inteiras. No Brasil cínico que ela mesma encarna, usuário vira coitadinho romântico e só o traficante leva a culpa, como se o mercado do entorpecente existisse por geração espontânea.
Apologia a crime continua sendo crime, mas celebridade parece viver em zona VIP da impunidade, onde lacração vale mais que responsabilidade.
Depois ninguém entende por que a juventude troca futuro por fumaça e confunde liberdade com autodestruição.







