A agenda internacional da primeira-dama Rosângela da Silva passou a ser divulgada com mais frequência após orientação da Advocacia-Geral da União, trazendo à tona a dimensão de seus compromissos dentro e fora do país. Em um período de 12 meses, Janja participou de agendas em ao menos 12 países e dezenas de cidades, o que gerou repercussão e debate público.
Segundo levantamento divulgado pela imprensa, a primeira-dama esteve em países como Estados Unidos, França, Itália, China e Espanha, além de outros destinos internacionais, em compromissos que ocorreram tanto acompanhando o presidente quanto em agendas próprias. No Brasil, também percorreu diferentes estados, acumulando passagens por mais de 30 municípios.
A intensa agenda, no entanto, levantou questionamentos nas redes sociais e entre críticos sobre os custos dessas viagens. A principal dúvida gira em torno de quem arca com as despesas e qual o nível de transparência sobre os gastos públicos envolvidos nessas agendas. Embora integrantes do governo afirmem que os compromissos seguem protocolos oficiais e têm caráter institucional, a cobrança por maior detalhamento continua.
Outro ponto levantado por críticos é o papel da primeira-dama nessas viagens. Como não ocupa cargo formal no governo, parte da população questiona quais são os limites e atribuições de sua atuação em agendas internacionais e nacionais.
Por outro lado, aliados defendem que a participação da primeira-dama em eventos é prática comum em diversos países e pode contribuir para ações sociais, culturais e diplomáticas. Ainda assim, o volume de viagens e a frequência das agendas colocaram o tema no centro do debate político, ampliando a pressão por mais transparência e clareza sobre o uso de recursos públicos.







