A deputada Érika Hilton afirmou recentemente que tem sido alvo constante de ataques homofóbicos e transfóbicos nas redes sociais e que pretende tomar medidas legais contra os responsáveis. Segundo ela, a disseminação de imagens e montagens com o objetivo de ridicularizar sua identidade configura violência e não pode ser tratada como simples “opinião”.
A declaração gerou forte repercussão. De um lado, apoiadores defendem que ataques pessoais e conteúdos ofensivos ultrapassam qualquer limite de liberdade de expressão e devem, sim, ser responsabilizados judicialmente. Do outro, críticos questionam até que ponto a punição de publicações nas redes pode abrir precedentes perigosos, levantando o debate sobre censura e os limites entre crítica, humor e ofensa.







