A influenciadora trans Apoline gerou repercussão ao se posicionar contra a atuação de Érika Hilton na presidência da Comissão da Mulher na Câmara. Em declaração, ela afirmou que “tem coisas que nós, mulheres trans, nunca vamos sentir as coisas que as mulheres sentem”, defendendo que há diferenças que não podem ser ignoradas no debate público.
A fala chamou atenção justamente por partir de dentro do próprio movimento, expondo divergências que raramente ganham destaque. Para críticos, o episódio evidencia um conflito interno sobre representatividade e os limites entre identidade de gênero e experiências biológicas, especialmente quando se trata de ocupar espaços voltados a pautas femininas.
Apoline também sugeriu que Érika Hilton deveria “se colocar no lugar” de mulheres que vivenciam realidades diferentes, o que intensificou o debate nas redes sociais. Enquanto alguns enxergam a declaração como um posicionamento honesto e necessário, outros consideram que esse tipo de fala pode enfraquecer pautas que buscam maior inclusão.







