Um vídeo publicado por um influenciador brasileiro que vive na China voltou a ganhar força nas redes sociais após levantar questionamentos sobre a forma como grandes emissoras brasileiras retratam o país asiático.
Na gravação, o criador de conteúdo afirma que parte da mídia brasileira estaria sendo beneficiada por acordos e parcerias para exibir reportagens focadas apenas nos avanços tecnológicos, infraestrutura moderna e crescimento econômico chinês, enquanto problemas sociais e políticos seriam deixados de lado.
Segundo o influenciador, conteúdos exibidos em programas televisivos mostrariam uma “China futurista”, mas evitariam abordar temas como censura, controle estatal, vigilância da população e denúncias relacionadas a direitos humanos.
O vídeo também cita parcerias firmadas entre emissoras brasileiras e grupos de comunicação ligados ao governo chinês, afirmando que isso poderia influenciar o tom das reportagens exibidas ao público brasileiro.
“Mostram apenas a parte bonita da China e escondem as ruins”, afirma o influenciador em um dos trechos que mais repercutiram nas plataformas digitais.
A publicação rapidamente viralizou e dividiu opiniões entre internautas. Enquanto alguns concordaram com as críticas e passaram a questionar a independência editorial da mídia brasileira, outros defenderam que a exibição de conteúdos positivos sobre a China faz parte de acordos culturais e jornalísticos comuns entre países.
Usuários também lembraram que a China possui forte presença econômica no Brasil, com investimentos em áreas estratégicas como energia, infraestrutura, tecnologia e agronegócio, o que aumentou ainda mais o debate sobre influência internacional e interesses econômicos.







