A Nike apresentou recentemente um vídeo promocional para o novo uniforme da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, mas a iniciativa não agradou ao público nacional. A socióloga e designer cultural encarregada da apresentação gerou controvérsia ao se referir ao Brasil repetidamente como “Brasa”, um termo pouco comum no país. Além disso, a tentativa de vincular a vestimenta a aspectos culturais como capoeira, estradas de terra e ritmos locais foi vista como forçada e inautêntica pelas redes sociais, que classificaram a abordagem como excessivamente “woke”.
A repercussão online foi quase instantânea, transformando o vídeo em um fenômeno viral. Internautas satirizaram tanto a alcunha “Brasa” quanto o estilo da apresentadora, além de criticarem a Nike por tentar “ensinar o Brasil” a uma audiência global. As manifestações nas plataformas digitais incluíram desde piadas sobre o corte de cabelo da especialista até brincadeiras sobre a possibilidade de torcer por outras seleções no Mundial. Em menos de um dia, o material alcançou mais de 1,6 milhão de visualizações, evidenciando que, por vezes, estratégias de marketing bem-intencionadas podem ter um resultado inverso ao esperado.







