O empresário goiano Leandro, conhecido nas redes sociais como o dono da “Picanha do Bolsonaro”, tornou-se alvo de grande repercussão após uma mulher trans acusá-lo de não pagar por um programa de R$ 500 e divulgar mensagens e vídeos relacionados ao caso. O empresário nega as acusações e afirma que está sendo vítima de tentativa de extorsão e difamação.
Após a divulgação do episódio, milhares de comentários passaram a circular nas redes sociais. Entre eles, usuários fizeram piadas e utilizaram expressões como “gosta de homem” ao comentar a suposta relação do empresário com uma mulher trans. Críticas também surgiram apontando que esse tipo de manifestação reproduz estigmas e pode ser interpretado como discurso homofóbico ou transfóbico, independentemente da posição política de quem a profere.
O caso reacendeu debates sobre o uso de ofensas relacionadas à orientação sexual e à identidade de gênero em disputas políticas. Embora setores da esquerda frequentemente defendam pautas ligadas aos direitos da população LGBT, internautas destacaram o que consideram uma contradição ao recorrerem a insultos dessa natureza para atacar um adversário político.
Até o momento, o caso envolvendo o empresário segue repercutindo nas redes sociais e não há decisão judicial definitiva sobre as acusações divulgadas publicamente.







