Fernando Haddad assumiu o Ministério da Fazenda no início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após ter sido escolhido pelo petista ainda durante o período em que Lula esteve preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Na época, Haddad era um dos principais aliados políticos do ex-presidente e foi indicado por ele para disputar a Presidência da República em 2018, substituindo Lula após sua candidatura ser barrada pela Justiça Eleitoral.
Nas redes sociais, internautas voltaram a resgatar esse episódio ao comentar os resultados da economia brasileira nos últimos anos. Críticos do governo afirmam que Haddad foi uma escolha pessoal de Lula desde o período em que o atual presidente estava preso e atribuem ao ministro parte da responsabilidade pelo aumento da carga tributária e por medidas econômicas adotadas pelo governo.
Durante sua gestão no Ministério da Fazenda, Haddad liderou propostas como o novo arcabouço fiscal, a reforma tributária sobre o consumo e uma série de medidas voltadas ao aumento da arrecadação federal. Essas iniciativas receberam apoio de parte do mercado e de setores do Congresso, mas também foram alvo de críticas de opositores, que apontam aumento de impostos e piora do ambiente para empresas e consumidores.
A lembrança de que Haddad foi escolhido por Lula ainda durante o período em que o atual presidente estava preso voltou a ganhar força nas redes sociais em meio aos debates sobre o desempenho da economia, com apoiadores e críticos divergindo sobre os resultados da política econômica adotada pelo governo federal.



