Segundo o Diário do Poder, o vereador Senival Pereira de Moura (PT-SP), preso durante uma operação da Polícia Civil que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), declarou possuir um patrimônio imobiliário avaliado em cerca de R$ 3,6 milhões.
De acordo com a investigação, a operação apura a possível utilização de empresas e imóveis para ocultação e movimentação de recursos que estariam relacionados à facção criminosa. A defesa do vereador nega qualquer envolvimento com atividades ilegais e afirma que ele irá apresentar sua versão dos fatos no decorrer do processo.
O caso ganhou repercussão também pelo patrimônio declarado pelo parlamentar. O subsídio mensal de um vereador da cidade de São Paulo é de R$ 26.080,98, valor correspondente ao teto previsto para o cargo após reajuste aprovado pela Câmara Municipal.
A investigação segue em andamento e caberá à Justiça analisar as provas reunidas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público. Até o momento, não há condenação contra o vereador, que permanece sendo investigado no âmbito da operação.







