O aumento da carga tributária sobre fertilizantes, sementes, defensivos agrícolas e outros insumos voltou ao centro do debate entre produtores rurais. A mudança ocorreu com o fim da alíquota zero de PIS/Cofins para diversos produtos utilizados no campo, além de alterações na tributação incidente sobre o setor agropecuário. A medida passou a elevar os custos de produção e gerou forte reação de entidades ligadas ao agronegócio.
Segundo representantes do setor, fertilizantes, sementes e defensivos são insumos essenciais para a produção agrícola. Com o aumento dos custos, produtores afirmam que parte desse impacto tende a ser repassada ao longo da cadeia produtiva, podendo influenciar os preços dos alimentos pagos pelo consumidor final. Entidades do agro alertaram que a medida reduz a competitividade do setor e pressiona principalmente os pequenos e médios produtores.
A decisão também gerou repercussão política nas redes sociais. Publicações passaram a associar a medida ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. Críticos afirmam que o aumento da tributação ocorre em um momento de custos elevados para a produção rural e pode contribuir para novos reajustes nos preços dos alimentos.
Nas redes sociais, produtores e internautas resumiram a preocupação em uma frase que ganhou força: “Vai tudo ficar mais caro”, em referência ao possível impacto da alta dos custos de produção sobre toda a cadeia do agronegócio.







