A suposta presença de carne de paca — animal silvestre considerado ameaçado em diversas regiões — em um almoço envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva gerou forte repercussão e críticas nas redes sociais. O episódio ganhou ainda mais destaque pelo fato de a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, conhecida por discursos em defesa dos animais e pautas ambientais, ser apontada como responsável pela ocasião.
Além da questão ambiental, outro ponto que chamou atenção foi o valor elevado da carne de paca, que pode ultrapassar R$ 1 mil por quilo no mercado ilegal. Críticos destacam a contradição entre o discurso público de proteção à fauna e a suposta participação em um consumo associado à caça e comercialização proibidas, levantando questionamentos éticos e legais.
Nas redes sociais, a reação foi imediata, com internautas apontando incoerência entre prática e discurso. Para opositores, o caso simboliza um distanciamento entre a narrativa adotada por figuras públicas e suas atitudes no dia a dia, especialmente quando envolve temas sensíveis como meio ambiente e preservação de espécies.







