Brasil atinge menor taxa de analfabetismo da história, mas pesquisa aponta aumento da rejeição a Lula
O Brasil registrou um novo marco na educação ao reduzir a taxa de analfabetismo entre pessoas com 15 anos ou mais para menos de 5%, o menor nível da série histórica medida pelo IBGE. Dados anteriores do instituto já apontavam uma queda contínua do indicador, que passou de 6,7% em 2016 para 5,3% em 2024, com redução do número de brasileiros que não sabem ler e escrever.
O governo federal atribui o resultado a políticas de incentivo à educação, incluindo programas de alfabetização, ampliação de investimentos na educação básica e medidas de permanência escolar, como o programa Pé-de-Meia e o reforço da alimentação escolar.
Ao mesmo tempo, pesquisas de opinião indicam um cenário político diferente para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Levantamento do PoderData divulgado neste ano apontou que a desaprovação ao desempenho pessoal do presidente chegou a 61%, o maior índice registrado pela pesquisa em dois anos.
Os dois indicadores mostram que avanços em áreas específicas, como educação, podem ocorrer paralelamente a uma piora na avaliação política de um governo. A redução do analfabetismo é um dado estatístico de longo prazo, enquanto a aprovação presidencial é influenciada por diversos fatores, como economia, percepção sobre o governo e acontecimentos políticos do momento.







