O embaixador Celso Amorim, assessor internacional da Presidência, classificou como “muito positiva” a reunião de três horas ocorrida em Brasília entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. Em entrevista à colunista Janaína Figueiredo, do portal UOL, Amorim demonstrou otimismo com o desdobramento do encontro, afirmando que, embora nem todos os problemas tenham sido solucionados de imediato, todas as questões da pauta foram devidamente encaminhadas.
Um dos pontos centrais da agenda bilateral envolveu o combate ao crime organizado, especificamente as pressões dos Estados Unidos para que facções brasileiras, como o CV (Comando Vermelho) e o PCC (Primeiro Comando da Capital), sejam formalmente classificadas como organizações terroristas.
A repercussão da visita foi forte o suficiente para Amorim declarar que, a partir de agora, “Trump pensará duas vezes antes de contrariar o Brasil”. Essa fala, inclusive, ganhou tração internacional, sendo compartilhada por figuras próximas ao governo americano, como Jason Miller, que destacou a manchete em suas redes sociais como um indicativo do novo tom diplomático entre as duas nações.







