Matheus Menezes Matos, que busca uma posição como delegado na Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e possui nanismo, contestou novamente sua desqualificação em uma etapa do processo seletivo. Ele foi declarado “inapto” nos exames biofísicos e biomédicos, conforme informações levantadas.
O resultado provisório, divulgado em 15 de maio, apontou que o advogado não preencheu os critérios exigidos nas avaliações. Contudo, sua advogada, Kesia Oliveira, confirmou que um recurso foi apresentado contra essa decisão. A eliminação de Matos ainda não é final, pois o desfecho depende tanto da análise do recurso quanto de uma possível determinação judicial. Matheus Matos optou por não emitir declaração sobre o assunto no momento.
O caso de Matheus ganhou visibilidade nacional quando ele foi reprovado no Teste de Aptidão Física (TAF), mesmo após ter sucesso nas etapas anteriores do concurso. Devido ao nanismo, ele teria direito a uma avaliação adaptada, desde que solicitasse previamente. Embora o pedido tenha sido feito dentro do prazo, ele não conseguiu alcançar o salto de 1,65 metro estipulado no edital, resultando em sua desclassificação.
Na ocasião, Matheus mencionou que não foi o único afetado, e outros participantes com deficiência também foram eliminados na mesma fase. Em 17 de março, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que Matheus Matos realizasse novamente o teste.







