Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais, novamente confrontou o Supremo Tribunal Federal (STF) em uma entrevista nesta terça-feira (21). A manifestação ocorre após o ministro Gilmar Mendes solicitar sua inclusão no inquérito das fake news.
Zema defendeu a liberdade de expressão, mencionando sua experiência como governador, período em que foi alvo de diversas críticas. Ele enfatizou sua capacidade de lidar com a democracia e a importância da crítica. O ex-governador afirmou que não aceitará a situação, descrevendo o STF como um “Supremo Balcão de Negócios”, com falta de transparência, supostas conexões com o crime organizado e atuação autoritária. Ele expressou que a ameaça de investigação apenas o motivou a intensificar suas manifestações.
Em um vídeo anterior, divulgado na segunda-feira (20), Zema já havia insinuado que ministros da Suprema Corte possuiriam vínculos com líderes do crime organizado, citando contratos, negócios e uso de aeronaves. Entre os motivos de suas críticas está a decisão de Gilmar Mendes de barrar a quebra de sigilos da Maridt Participações, empresa ligada ao ministro Dias Toffoli, que era sócia de um resort de luxo no Paraná. A notícia-crime de Gilmar Mendes foi encaminhada para Alexandre de Moraes, responsável pelo inquérito das fake news.







