Zema propõe taxa de 1% no salário de quem cursou universidade federal e revolta estudantes nas redes
O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, voltou ao centro das discussões políticas após defender a cobrança de 1% sobre o salário de profissionais formados em universidades federais. A proposta foi apresentada durante entrevista ao Grupo ND e rapidamente gerou forte repercussão nas redes sociais. 
Segundo Zema, a ideia seria criar um fundo de financiamento para as universidades públicas sem cobrar mensalidade durante o curso. O político afirmou que o profissional contribuiria apenas após entrar no mercado de trabalho. A proposta faz parte da estratégia do ex-governador de ampliar sua presença nacional com pautas liberais e de impacto econômico. 
Nas redes sociais, porém, a reação foi imediata. Muitos internautas classificaram a medida como uma “nova taxação” sobre trabalhadores e estudantes. Publicações criticando a proposta viralizaram no X, Instagram e Reddit, onde usuários acusaram Zema de querer dificultar ainda mais o acesso à educação pública. 
Outros usuários defenderam a proposta, argumentando que universidades federais consomem muitos recursos públicos e que ex-alunos poderiam ajudar financeiramente após conquistarem estabilidade profissional. O debate dividiu opiniões e transformou o tema em um dos assuntos políticos mais comentados do dia.
A declaração também reacendeu críticas antigas ao posicionamento de Zema sobre educação pública e funcionalismo. Entidades ligadas à educação e movimentos estudantis acusaram o ex-governador de tentar “privatizar indiretamente” o ensino superior federal. 



