A nova onda do momento que algumas mulheres que se identificam com correntes feministas estão adotando: O celibato voluntário, ou volcel, como uma escolha consciente de não manter relações íntimas com homens. Para essas mulheres, a decisão não é uma rejeição à sexualidade, mas sim uma forma de priorizar o próprio bem-estar, a independência emocional e o desenvolvimento pessoal, sem se submeter a pressões sociais que muitas vezes cobram relacionamentos ou sexo como obrigação.
A prática também é vista como um ato de resistência contra padrões tradicionais de gênero, que historicamente impõem expectativas sobre a disponibilidade afetiva e sexual das mulheres. Para muitas, o volcel é uma maneira de reafirmar autonomia, investir em si mesmas, na carreira ou nos estudos, e se proteger de relacionamentos considerados prejudiciais ou desequilibrados.
Especialistas em comportamento social apontam que, embora ainda seja uma tendência minoritária, o celibato voluntário entre mulheres feministas reflete uma mudança cultural mais ampla: a valorização da liberdade individual e da escolha consciente sobre a própria vida afetiva e sexual.







