A Turquia impediu a atracagem de um navio de cruzeiro voltado ao público LGBTQ+, que transportava mais de 1.900 pessoas. A justificativa das autoridades turcas foi que a presença do grupo contrariava os “valores morais” do país.
De acordo com a Atlantis Events, organizadora do cruzeiro, está é a primeira vez em 36 anos de operação que a companhia é barrada de entrar em um país devido à sua clientela LGBTQ+.
A decisão levantou questionamentos sobre a ausência de protestos, ativistas e condenação global. A discussão se concentra na universalidade dos direitos humanos, que deveriam ser aplicados a todos, independentemente de conveniências políticas, conforme destacado por @ranalkalay.







